Dunga E Ronaldinho
O Dunga está querendo aparecer. Colocar o Ronaldinho Gaúcho na reserva, por mais de um jogo, é inacreditável. Se eu fosse o Ricardo Teixeira já o teria demitido. Por motivos óbvios. Cegos não podem ser técnicos de futebol!
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O Dunga está querendo aparecer. Colocar o Ronaldinho Gaúcho na reserva, por mais de um jogo, é inacreditável. Se eu fosse o Ricardo Teixeira já o teria demitido. Por motivos óbvios. Cegos não podem ser técnicos de futebol!
Depois de mais de 30 anos viajando, no Brasil e no exterior, eu posso garantir: existe alguma coisa que ainda não apareceu para explicar-se o caos aéreo dos últimos dias na TAM. Não é possível que seis aviões em manutenção mais 50 minutos de fechamento de um aeroporto (ainda que seja o de Congonhas) justifiquem tamanha confusão!
Não vou falar de Dostoievsky mas de algo que me incomoda. Aqui no Brasil sempre que se ouve alguém comentar a respeito de prisões e cadeia o que se escuta é que o principal objetivo é recuperar o indivíduo para a Sociedade. Desculpem-me, mas a primeira função é PUNIR o infrator, o criminoso.
Não defendo o tratamento desumano, como aliás ocorre em nossas cadeias e prisões que buscam "recuperar" os criminosos, tratando-os como animais. Não, entendo que os criminosos devem ser tratados dignamente mas duramente. Estão ali sendo punidos. Devem ser obrigados a trabalhar, caso contrário não comem. Se a lei não permite isso, mude-se a lei. Não podem ter acesso a celulares. Não têm direito a regalias caso sejam ricos.
A ligeslação que trata dos menores também deve ser modificada. Os menores que cometerem crimes usando armas devem ser julgados como maiores. Além disso, como hoje em dia as pessoas podem votar com 16 anos é óbvio que também aos 16 anos devem ser considerados adultos caso cometam quaisquer crimes.
Há muitos anos, aliás desde que criou-se o Campeonato Brasileiro, que ouço as pessoas comentarem que para haver justiça o campeonato teria de ser de pontos corridos. Somente assim o melhor venceria. E que vários campeões não mereceram ganhar porque não fizeram mais pontos na fase classificatória.
Puxa vida, Santa Inocência! Acho que essas pessoas pensam que o comunismo venceu!
Bem, há gosto para tudo. Inclusive para um campeonato chato, sem graça, decidido com cinco rodadas de antecipação e que a única coisa em disputa na última rodada é saber quem vai se classificar para a pré-Libertadores.
Que diferença de antigamente. Aliás a SporTV está com uma série sobre os maiores jogos de todos os tempos e duvido que apareça algum do Campeonato Brasileiro dos últimos anos. Tem havido boas partidas mas emoção, como naquele Flamengo 3 x Atlético Mineiro 2 ou Corinthins 1 x Fluminense 1 (que foi semi-final) nunca.
Obviamente que uma fase classificatória e depois play-offs darão muito mais emoção. Imaginem o Mundial com 16 países, todos contra todos e o título decidido com duas ou três rodadas de antecipação. Ridículo.
Ridículo também dizer que tal time merecia ter sido campeão porque marcou mais pontos na fase de classificação. Ora, quando o campeonato começou todos sabiam qual o regulamento e só porque um time foi melhor que outro na fase de classificação, quando não há tanta pressão, não quer dizer que este time é mais merecedor do título.
Minha sugestão seria a seguinte:
Fase de classificação com turno e returno (20 participantes); os oito primeiros passam à fase final, eliminatória ou play-offs sendo que o campeão e o vice-campeão desta fase classificatória já deveriam ter vagas garantidas à Libertadores. Na fase final seriam jogos de ida-e-volta do 1 contra o 8, do 2 contra o 7 e assim por diante. O campeão e o vice também estariam classificados para a Libertadores. Em caso de já estarem classificados, o terceiro colocado ganharia a vaga (pela soma total de pontos) e assim por diante.
Desta forma, dos oito clubes classificados para o play-off decisivo quatro estariam classificados à Libertadores e os quatro restantes iriam para a Sul-Americana. As outras quatro vagas da Sul-Americana seriam disputadas, também em play-offs, pelos clubes que se colocaram entre o nono e o décimo-quarto lugar na fase de classificação (o nono e o décimo ficariam de bye na primeira rodada).
Os seis últimos disputariam um torneio entre si e os quatro piores seriam rebaixados.
Não sei se foi o melhor mas certamente foi um dos melhores livros que já lí em toda a minha vida. Em inglês chama-se "Tuesdays with Morrie". Em português o título ficou sendo "A Última Grande Lição". Eu, particularmente, achei o título em português péssimo e não sei se a tradução é boa, pois lí em inglês. O livro é um relato verídico do re-encontro de Mitch Albom com um ex-professor de sociologia, o Morrie do título. Mitch é na realidade um famoso repórter esportivo. Todos os domingos participa do Sports Reporters, um programa da ESPN norte-americana com os mais influentes jornalistas esportivos do país. Pois bem, ele é rico, relativamente jovem e famoso. Re-encontrou seu professor ao vê-lo numa matéria na TV sobre a Lou Gherigs Disease (ou Amyotropic Lateral Sclerosis ou Esclerose Múltipla) e foi visitá-lo. Esta doença é incurável, idêntica àquela do cientista Stephen Hawking e a pessoa vai pouco a pouco perdendo a capacidade de dominar os músculos, começando pelos pés e terminando na cabeça. Pois bem, após reunir-se com seu ex-professor pela primeira vez Mitch viu que ele, que tinha tudo de bom na vida, estava deprimido enquanto seu ex-professor, com os dias contados, era o otimista. E marcaram uma série de reuniões, todas as terças feiras, onde conversaram sobre a vida, o mundo, as pessoas. E este é o relato do livro. Imperdível.